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Tiago Gomes dos Santos. Tecnologia do Blogger.

Convite à Poesia

Poesias e textos do cotidiano você encontra aqui. Sinta-se a vontade para expressar sua opinião quanto ao material postado. Se tiver dúvidas, sugestões ou reclamações é só deixar um comentário ou um recado que responderei o mais rápído possível.

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sábado, 5 de maio de 2012

Quem é ela?

8 comentários
Não é só um satélite natural
É uma bola amarela no céu
Que levanta meu astral
E que é de mel,
Quando se forma um casal.

Mantém o equilíbrio da terra
Deixa as noites mais bonitas
Sorte de quem vê,
Que por seus raios delira.

A maior sorte é a minha,
Ou a do mar que a reflete?
Ela rouba a luz do sol
E a todos nós remete.

Já fizeram hinos a seu louvor
Poetas, poesias
Apaixonados a céu aberto
Fizeram amor.

Não preciso dizer teu nome
Acho que já deu pra descobrir
Agora vou olhar-te
E seu esplendor curtir.


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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Do Futuro

3 comentários

Não dá pra saber o que vai acontecer
Daqui uma hora, daqui um mês
Do raiar do sol ao entardecer,
Alguns chamam o futuro de destino,
Prefiro chamar de incógnita,
Que sou eu quem faz o meu caminho.



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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Cada um na sua

2 comentários
Eu não sei o que se passa
Na cabeça das pessoas
No fundo eu acho graça
Como algumas são tão tolas.

Somos todos diferentes
Mas todos vivemos a julgar
Meu gosto, seu gosto
E disso vem o “criticar”

Alguns com conhecimento
Outros não passam de idiotas,
Querendo impor o que acham
Cheio de desculpas e lorotas.

Tanta gente quer me mudar
Como se eu fosse um objeto
Que vivesse pra agradar
Que se molda ao gosto popular.

Mas eu digo e repito
Eu não quero ser mais um
Que gosta sertanejo
Ou que não lê livro nenhum.

Ninguém pode viver pelo outro
Cada um faz o que quer
Saber respeitar faz do planeta
Um lugar melhor de se viver.


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quinta-feira, 15 de março de 2012

Ânsia de descoberta

7 comentários
Ânsia de descoberta

Deixe vir à tempestade
Quem sabe assim
Me acalma essa vontade

De sair correndo por ai
Gritando, vivendo
O que ainda não vivi

Se a chuva forte vir
Será um motivo a mais
Pra não deixar de sorrir

Ficarei observando
A água caindo
O vento arrastando...

A mágica natural
Poeira, que arde os olhos
Se aproxima um temporal...

Não há mar, não há porto
Mas há imaginação
Eis o meu conforto

O sol querendo aparecer
Mas há nuvens
Que o querem esconder

Em vão...

Pois lá vem a calmaria
E depois de tanta euforia...
Arco Iris, rua vazia...



Quero ceder créditos e agradecer a minha grande amiga Helena Barros Ribeiro (Lenitinha) pelo título do poema... E também pela indicação da imagem que o ilustra.  E já que vocês estão aqui, é por que tem muita cultura e gostam de poesias... Logo...
Aproveitem e visitem o blog dela, e contemplem tamanha inteligência.
Eis o endereço.

Obrigado!
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Lá vem o sol

3 comentários
Lá vem o sol

De repente tudo começa se revirar
É o sol chegando de pressa
São as nuvens mudando de lugar.

As arvores vão se balançando
Flores soltando seu aroma
É o dia que vem chegando.

Tudo parece uma festa para poucos
Algo que não se nota
Os pássaros estão soltos.

Deixe de bobeira e venha também
Corra, deseje um bom dia
E abrace quem te faz bem.

Já que desse mundo não se leva nada
Vamos aproveitar a felicidade
E fazer da vida nossa morada.





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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Contra o tempo

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Contra o tempo

Você não tem muito tempo
Então corra
Aproveite tua vida,
Antes que morra.

Aproveite o silêncio
A luz, o som
Faça, deixe vestígio
Explore seu dom.

Passageiro em paz
Sejais ao vagar por ai
Deixe o tanto faz
Brilhe enquanto sorri.

Em dias de chuva, dance
Deleite-se ao por do sol
A alegria está ao teu alcance,
Faça dela o seu farol.



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domingo, 18 de dezembro de 2011

Deixar o adeus acontecer

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Deixar o adeus acontecer

Não te implorarei pra voltar
Você escolheu seu caminho
Não diga que foi o destino
Quem quis nos separar.

Mas a lida deve continuar
Eu na mesma vidinha morna
A espera de poder acreditar
Que um dia deixarei de te amar.

Não escreverei versos tristes
Isso só faz lembrar-me de ti
Todo vazio que em mim existe
Preencherei com seu adeus.

E por fim novos tempos virão
Passarão: Saudade e solidão
Só basta aceitar, que algo termina
Pra outro começar...




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terça-feira, 18 de outubro de 2011

[Poesia] Confronto - [Por: Lediani]

6 comentários
Dia, luz
Estes nunca chegam.

A escuridão é tudo o que há
O frio me envolve
Me acaricia
Não me deixa sozinha

O vento surge, onipotente
Com ele os ruídos da noite
Se fazem presente
Não calmos,
mas violentos
Urram por todos os cantos
Mostram sua força
Aos meus olhos tementes

O ar gélido toca meu rosto
Beija meu pescoço
Me provoca arrepios
Sussura em meu ouvido:

Não adianta chorar
Nem ajuda implorar
Deixe tudo de lado
Venha logo
Viver o inesperado

Solte seu corpo
Vamos dançar
Não há porque não se entregar
Feche os olhos
Já esta na hora de começar

Esqueço tudo o que sou
Esqueço tudo em que acredito
Grito mais alto do que a noite
Encaro o vento
E o afronto:

Mostre do que você é capaz
Não precisa se conter
Eu quero mais.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

[Poesia] Querer é Poder, só depende de você!

23 comentários
Querer é Poder, só depende de você!

Eu quero um dia contente
Não quero cair na monotonia
Quero um vento veemente
Que espante a nostalgia.

Caminhar em linha curva
Quero andar de bicicleta
Andar a pé na chuva
Quero me sentir atleta.

Nessa vida nada é proibido
Mas também nada me convém
Vou libertar minha libido
Não devo nada a ninguém.

Quero uma poesia desconhecida
Quero um livro diferente
Escrever sobre minha vida
Uma comédia excelente.

Hoje me sinto muito capaz
Vou dizer boas verdades
Matar a apetite voraz
E libertar a liberdade.

Ah... se fosse só querer
Pareceria tão distante
Vou trazer pra realidade
O meu sonho mais viajante.
____________________________

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

[Poesia] Pelos teatros da vida

38 comentários
Pelos teatros da vida

Com uma maçã envenenada
E uma taça de vinho suave
Uma linda garota se apresentava
Num teatro vazio sem nada por base.

Ela, linda como a madrugada.
Seus passos sacudidos em traços simétricos
A alvura de seu rosto entristecido
Em um teatro vazio, à base de nada.

A mentira a seduzia
Por mais que tentava ser quente
Continuava muito fria
Só ela e seu texto naquela sala vazia.


Com a maçã envenenada, e um rosto doente.
Uma ardência sem sentido, um ranger de dentes.
A solidão daquele teatro, o mundo em só lugar.
Um lugar para se sofrer, ou um lugar para se amar?


Quem sabe... Poderia sofrer de amor?
Poderia sua personagem lhe causar tamanha dor
Já que tudo na vida é uma mentira
Por que não interpretar alguém senão a ira?

A ira de seu estado mundano e sonhos perdidos
O triste fim de uma atriz em seu teatro vazio
O coração despedaçado e sua maçã envenenada
Um ato de desamor, coração em desalinho.

A peça chega ao final
Invade o palco um desanimo total
Devora-se a maça, acaba-se o vinho.
Chegou à personagem ao fim deste caminho.


Criação: Tiago Gomes e Felippe Canteiro


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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

[Poesia] Encontro | Dueto: Poeta & Katitas

39 comentários
Encontro

Ando precisando de carinho
Abrace-me, me de um beijinho
Me faça sorrir com teu sorriso
Me ame e me leve ao paraíso.

Encontre a minha boca com a sua
Com a ternura de um passarinho
Descobre a alma doce e nua
O rumo do mais gentil os caminhos.

Entrelace o seu belo corpo ao meu
Seremos devorados pelo amor
Tua boca minha alma, sonho meu
Mistura saborosa de prazer e dor.

Passos amantes que damos para o amor
Desejos perfeitos no escuro sussurrados
Chama que arde sem queimar, mas com calor
Moldando e fundindo corações predestinados.

E quando formarmos um corpo só
Estarei completamente feliz
Você a corda e eu atado em um nó
Viveremos a vida sempre por um triz.


Apenas uma distração de Poeta Insano & Katitas.
Composição: Tiago Gomes e Katia Oliveira. 

 
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

[Poesia] Pecados capitais

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Pecados capitais

O ódio orgulhoso irou-se com o amor
O orgulho que nunca mentiu, riu
De desprezo pela luxúria
Não pode mais esconder a inveja que sentia

A avareza na tarde quente exclamava
- Não tenho dinheiro para um sorvete
Mas a gula falou mais alto
E bem depressa, cansada desceu do salto.

Tão vaidosa tirou o que havia de melhor
Cortou os seus cabelos, vestiu uma saia menor
E pôs-se a desfilar na avenida
Já foi... Era uma vez a convencida.

Menina da cara linda e do corpo bonito
Ira-se com o espelho pedindo que a reflita
De um jeito que ela não é
Simples menina de sandálias no pé.


Oh vida bandida, cheia de pecados
São tantas coisas ruins para todos os lados
Todas as pessoas cheias de preguiça
Não saem da cama para irem à missa.


Nessa guerra de pecados é um contra o outro
Lutando pelo maior poder na sociedade
Humanos devastados vegetais sem vida
Entregam-se a eles de alma despida.

Pobres tolos, fracos e mundanos
A mudança está acima dos vossos narizes
Mas seguem cegos sem terem diretrizes
Passa todo o tempo até o fim dos anos.


Depois de tudo vem o arrependimento
Quando já é tarde, quando já se foi o vento
Também, quem mandou adiar demais?
Agora sofre os danos dos pecados capitais.



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terça-feira, 19 de outubro de 2010

[Poesia] Eu amo uma Loba

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Eu amo uma Loba


Loba devoradora de almas
Tem uma delicadeza implacável
Seduziu-me e tirou minha calma
Libertou-me de um mal inconsolável.

Não sei como dizer que te amo
Mesmo que a distância seja um engano
Posso sentir o seu imenso carinho
Sei que com ela, nunca estarei sozinho.

Um dia meu bem, irei te visitar.
Correremos pelas ruas, iremos brincar.
Teremos alguns momentos de felicidade
Estarei bem perto da mais nobre beldade.

Mas enquanto isso não acontece
Vivo aqui, tentando sonhar com você.
Sei que mesmo longe meu peito inflama
Por essa loba que tanto ama.

Muitos á conhecem por Daph
Mas para os íntimos pode ser Lobinha
Adoro quando ela vem toda discreta
E com brilho nos olhos me chama de Poeta.

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Texto sem revisão, desculpem,, depois reviso e edito ok?

Fiz para aquele loba que me cativou, apenas isso.

Espero que todos gostem, mas é especialmente pra você Lobinha (Daph, ou Shalott)

Abraços e Beijos do Poeta.
 
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terça-feira, 28 de setembro de 2010

[Poesia] A força da natureza e do mundo. (Poeta Insano & Jonathan)

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A força da natureza e do mundo.

Palavras, facas ou flores
Mostram o que são dores
Muitas vidas em uma queimada
Animais correndo em disparada.

O homem bicho racional
Que tanto faz o mal
Um deles é destruir o planeta
Em troca o mundo dá sua vendeta.

Vidas se perdem no caminho
O único que escapa é o passarinho
Perdido no seu célebre ninho
Voa e sente-se mais que sozinho.

A mata virgem nos dá o ar de sua graça
Com o seu vento que vem e que passa
Assoviando uma canção sem igual
Dedicada a todo seu reino animal.

Está na hora de cuidar de onde vivemos
Se o planeta sofrer todos nós sofreremos.
Preservar o planeta é a única solução
Por isso, vamos contribuir na conservação.
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Uma composição dê:
Tiago Gomes dos santos
E
Jonathan Abrantes de Paula.

Deixo aqui registrado que, foi um prazer imenso compor em dueto com esse grande amigo meu, sobre um tema que interessa a todos e muito. Todos nós devíamos ter consciência de que o mundo passa por uma situação crítica e ajudar a melhorar, mas infelizmente isso não é possível.
 

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

[Poesia] Personagem descolado.

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Personagem descolado.

A loucura brigou com o vicio
Mas o amor me levou pro hospício
Abandonei corri voei
Não encontrei a morte aonde cheguei.

Felizmente ela não estava lá
Se estivesse não estaria eu a cá
Soletrando palavras erradas
E colando as velhas cartas rasgadas.

Não há métrica para minha poesia
O acaso se esconde da magia
E o pobre de espírito ataca o meu ser
Chega, me rebelei cansei de esconder.

Mostro o futuro dentro do meu passado
Penso, existo, sonho-me ao teu lado
Vivo sem ser, um completo apaixonado
Encarno o personagem descolado.

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